Bistrô D’Acampora e o novo prato da Boa Lembrança

Prato da Boa Lembrança

Já estive algumas vezes no Bistrô D’Acampora e, desde a primeira vez, elegi o Betinho como o melhor Chef de Florianópolis. Zeca D’Acampora não poderia ter deixado seu restaurante em melhores mãos.

Sei que essa predileção não é só minha e, por isso, espanto-me com o fato desse mestre na arte de cozinhar não ser figurinha carimbada nos blogs de gastronomia da cidade ou na Veja Comer e Beber. Talvez a falsa impressão de que a casa é “muito chique” e “cara” assuste alguns desavisados. Por isso, reitero o que já disse para muitos amigos: ledo engano. Comida espetacular, ambiente aconchegante e preço justíssimo (mais barato até que aquele seu fast food meia boca, com muito mais comida também, já que os pratos da casa são sempre muito bem servidos).

A visita da vez tinha um propósito: provar o prato da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. Para quem não sabe, “a Boa Lembrança nasceu em 1994, em Petrópolis (RJ), com a proposta de representar um grupo de restaurantes que prima pela excelência e qualidade nos serviços, promovendo e divulgando a diversidade do setor através das peculiaridades regionais e do associativismo”.

É uma forma de estimular o hábito de se levar uma lembrança depois de uma boa refeição, no caso, uma peça exclusiva em cerâmica que você leva para casa depois de comer em um dos restaurante associados.

Em Santa Catarina temos apenas 2 restaurantes participantes: o Bistrô D’Acampora e o Ostradamus Restaurante.

Sendo esse o meu primeiro prato, nada mais justo que o local escolhido fosse o meu preferido.

O prato é servido pela casa durante 1 ano, quando então muda seus ingredientes e desenho. Betinho, entusiasta da culinária mineira e cercado de gaúchos em sua cozinha, decidiu por homenagear ambos os estados, criando, então, o “Tchê Uai”, consistente em costelinha suína em crosta de erva mate, molho roty, mousseline de aipim e couve mineira refogada.

Não se enganem com a erva mate, pois ela não deixa o prato amargo, ao contrário do que poderia se esperar, casando perfeitamente com a maciez e dulçor da carne de porco. Esta, por sua vez, é cozida por mais de 4 horas em baixa temperatura para desmanchar na boca.

Para quem não conhece a casa ainda, ótima desculpa para mudar isso.

E lembrando que em abril o Bistrô volta com o “noque da fortuna”, todo dia 29. Imperdível.

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